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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Dúvida Existencial





Inscrevo-me ou não na meia-maratona de Lisboa?

Comecei a correr há 6 meses. Estive 3 meses praticamente parada. O máximo que já corri foram 11K seguidos. 

A meia maratona é daqui a 2 meses. E, segundo o planeamento recomendado, já devia ir na quarta semana de treino consecutivo ...

Como diz o Povo, não estarei a querer dar um passo maior do que a perna?? 




terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Coisas boas da nossa cidade


O hostel The Independente foi considerado o melhor hostel de luxo da Europa pelo jornal britânico The Guardian. É bem merecido. 



Para além da localização fantástica, em frente ao jardim de São Pedro de Alcântara, este hostel está instalado num antigo palacete totalmente recuperado. A decoração tem bom gosto e não é pretensiosa.  


O restaurante (e bar) The Decadente não fica atrás. Os empregados são simpáticos e os sabores tradicionais estão sempre presentes mas com um toque de modernidade (para saber um pouco mais, pode ver aqui).

Mas é mais do que um simples hostel. É um ponto de passagem obrigatório para os lisboetas. É um daqueles sítios onde apetece ir e ficar. Quiçá refastelado num vários sofás do lounge a ler um livro e acompanhado de um aperitivo

São estes pequenos prazeres que me fazem amar Lisboa. 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Coisas que me encanitam o espírito #3


Adoro  sapatos. Como qualquer elemento do sexo feminino que se preze. Não é só o acto da compra, mas todo o processo, desde a fase do namoro até ao momento de sair à rua. Se forem de salto alto, melhor.  

Mas como trabalho no centro de  Lisboa, só me resta  sonhar. 

Para além da maçada que é entalar constantemente o salto entre as pedras da calçada, usar saltos altos é puro suicídio. É preciso ser artista de circo ou praticante de slackline para escapar ilesa. 

E tudo por causa do estado vergonhoso em que estão as calçadas. 



Não me levem a mal. Eu também acho que a calçada portuguesa é muito bonita que faz parte da nossa tradição e tal... mas, é mesmo necessário cobrir a cidade de calçada? Ainda por cima quando o estado de conservação é o que se vê.

Se não se consegue manter em bom estado as calçadas, seja por falta de recursos humanos ou financeiros, não seria mais proveitoso substituí-las (ainda que parcialmente) por outro tipo de pavimento, mais duradouro e menos dispendioso?  

Assim já se poderiam canalizar os recursos para reabilitar as zonas onde a calçada portuguesa pertence como, por exemplo, nos bairros históricos.

Já vi que tenho que me contentar com sapatos rasos enquanto suspiro por uns Loubbies... 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Coisas que me encanitam o espírito #2

Já repararam que as ruas de Lisboa continuam pejadas de caca de cão em pleno século XXI?  


E alguma vez  tentaram interpelar os prevaricadores?? E não falos dos animais (pelo menos dos de quatro patas). És automaticamente cilindrado por um chorrilho de impropérios e ainda sais "de rabo entre as pernas" no meio da contenda.

As câmaras municipais e juntas de freguesia bem que lançaram várias iniciativas. Desde os dispensadores de sacos às motas que recolhem os dejectos da bicharada, foram várias as campanhas. Mas nem assim. 

Além disso, não me agrada a ideia de serem estas as entidades públicas a resolver este problema. Não me agrada mesmo nada. 

Em plena época de crise, em que nos vão ao bolso por tudo e por nada, despesismo público tornado necessário causado por gente com pouca formação é uma coisa que me deixa de cabelos em pé.

Há que recorrer à criatividade para combater este flagelo. 

Não me parece má a ideia deste morador de São Paulo (Brasil) quando confrontado com o mesmo problema.  

Any ideas?






segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Coisas que me encanitam o espírito #1


Já ando há algum tempo a pensar nisto... Hoje,estava eu no trânsito, parada num sinal vermelho, quando passou um ciclista por mim, sem se preocupar minimamente em diminuir o ritmo da sua pedalada (quanto mais parar) no semáforo. E pensei: É hoje. É hoje que vou desatar a cascar nos condutores de biclas (até porque é segunda-feira e apetece-me cascar em qualquer coisa)!


Se há aspectos positivos da crise, o aumento de bicicletas nas ruas de Lisboa é um deles. A utilização do automóvel, para além de ser um verdadeiro luxo, só complica o trânsito e aumenta a poluição na cidade. Por isso digo: vivam as biclas!

Mas irrita-me profundamente que os ciclistas se considerem uma classe à parte no meio do trânsito, com um código da estrada próprio. É vê-los a passar nos sinais vermelhos e nos sinais Stop ou nas passadeiras,numa actuação digna do melhor duplo de Hollywood.

Não sou fundamentalista. Até porque não tenho moral para o ser como “motoqueira” que sou. Acho legítimo que se tire proveito da flexibilidade que uma bicicleta nos dá. Mas há mínimos, bolas! Até porque não têm uma tonelada de lata a protege-los…

Não me parece que assim se consiga a simpatia dos automobilistas ou dos peões. Afinal, quem quer respeito tem que se dar ao respeito, não é?

E também já está mais do que na altura dos responsáveis da Câmara Municipal de Lisboa criarem ciclovias em condições na cidade, não??