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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Coisas que me encanitam o espírito #4



A terceira pessoa do singular do verbo haver sem "h".

Enfiar um hífen no meio do verbo quando se usa o pretérito perfeito. 

Estas pérolas gramaticais têm o condão de me deixar os nervos em franja. 


Ps - Desiludam-se, meus caros, porque o Novo Acordo Ortográfico também não mudará este cenário. Continuam a ser erros. Sendo que o próprio N.O.A. também é um tema sensível. Mas deixemos isso para outro post. Quando tiver tempo. E paciência.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Coisas que me encanitam o espírito #2

Já repararam que as ruas de Lisboa continuam pejadas de caca de cão em pleno século XXI?  


E alguma vez  tentaram interpelar os prevaricadores?? E não falos dos animais (pelo menos dos de quatro patas). És automaticamente cilindrado por um chorrilho de impropérios e ainda sais "de rabo entre as pernas" no meio da contenda.

As câmaras municipais e juntas de freguesia bem que lançaram várias iniciativas. Desde os dispensadores de sacos às motas que recolhem os dejectos da bicharada, foram várias as campanhas. Mas nem assim. 

Além disso, não me agrada a ideia de serem estas as entidades públicas a resolver este problema. Não me agrada mesmo nada. 

Em plena época de crise, em que nos vão ao bolso por tudo e por nada, despesismo público tornado necessário causado por gente com pouca formação é uma coisa que me deixa de cabelos em pé.

Há que recorrer à criatividade para combater este flagelo. 

Não me parece má a ideia deste morador de São Paulo (Brasil) quando confrontado com o mesmo problema.  

Any ideas?






segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Coisas que me encanitam o espírito #1


Já ando há algum tempo a pensar nisto... Hoje,estava eu no trânsito, parada num sinal vermelho, quando passou um ciclista por mim, sem se preocupar minimamente em diminuir o ritmo da sua pedalada (quanto mais parar) no semáforo. E pensei: É hoje. É hoje que vou desatar a cascar nos condutores de biclas (até porque é segunda-feira e apetece-me cascar em qualquer coisa)!


Se há aspectos positivos da crise, o aumento de bicicletas nas ruas de Lisboa é um deles. A utilização do automóvel, para além de ser um verdadeiro luxo, só complica o trânsito e aumenta a poluição na cidade. Por isso digo: vivam as biclas!

Mas irrita-me profundamente que os ciclistas se considerem uma classe à parte no meio do trânsito, com um código da estrada próprio. É vê-los a passar nos sinais vermelhos e nos sinais Stop ou nas passadeiras,numa actuação digna do melhor duplo de Hollywood.

Não sou fundamentalista. Até porque não tenho moral para o ser como “motoqueira” que sou. Acho legítimo que se tire proveito da flexibilidade que uma bicicleta nos dá. Mas há mínimos, bolas! Até porque não têm uma tonelada de lata a protege-los…

Não me parece que assim se consiga a simpatia dos automobilistas ou dos peões. Afinal, quem quer respeito tem que se dar ao respeito, não é?

E também já está mais do que na altura dos responsáveis da Câmara Municipal de Lisboa criarem ciclovias em condições na cidade, não??